Foi instalada, nesta quarta-feira (12), em Poços de Caldas, a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Rurais.
A unidade vai disponibilizar atendimento direcionado aos produtores rurais, com foco na apuração rápida e eficiente de crimes relacionados às atividades do campo, como furto de gado e delitos que tenham como objeto material insumos, defensivos e maquinários agrícolas.
A nova delegacia da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) será composta por um delegado, uma escrivã e dois investigadores e funcionará no prédio da Delegacia Regional.
Além de Poços de Caldas, a unidade especializada atenderá outras dez cidades: Cabo Verde, Divisa Nova, Andradas, Ibitiura de Minas, Botelhos, Caldas, Campestre, Bandeira do Sul, Santa Rita de Caldas e Ipuiúna.
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| “O agronegócio tem sido destaque na economia mineira. Tivemos, no ano passado, a primeira vez em que exportamos mais produtos do agro do que minerais. Isso demonstra a necessidade de um tratamento especial aos nossos produtores rurais”, enfatizou o governador Romeu Zema. | ||||
Com a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Rurais de Poços de Caldas, todas as cinco delegacias regionais do 18º Departamento da PCMG contarão com uma unidade especializada, junto a Alfenas, Guaxupé, Passos e São Sebastião do Paraíso.
Também nesta quarta-feira, o Governo de Minas entregou duas viaturas à instituição em Poços de Caldas, uma adquirida por meio de convênio celebrado entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Estado de Minas Gerais, e outra através de depósito judicial.
As duas caminhonetes são equipadas com compartimento para transporte de detidos e serão usadas na repressão de crimes rurais. No entanto, poderão ser conduzidas em apoio a outras unidades policiais.
Delegacias rurais em Minas
A delegacia rural de Poços de Caldas será a 11ª em Minas Gerais, ao lado de Uberaba, Uberlândia, Frutal, São Sebastião do Paraíso, Araxá, Passos, Guaxupé, Patrocínio, Alfenas e Belo Horizonte.
A primeira Delegacia Especializada em Crimes Rurais da PCMG foi instituída em 2018, em Belo Horizonte, dentro do Departamento Estadual de Investigação de Crimes contra o Patrimônio (Depatri).
Essa unidade atua em todo o estado em casos em que crimes como furto, roubo, extorsão, extorsão indireta e receptação sejam praticados por organizações ou associações criminosas, e com um valor de dano patrimonial igual ou superior a cem salários mínimos.
Fonte: Agência Minas – Foto: Gil Leonardi – Imprensa/MG


